sábado, dezembro 10

Sabes aquela linha que separa o céu do mar?
Era lá que queria viver.
Ter o mar como chão e o céu como infinito,
que a minha vontade não tem tecto.
Sabes o pó que fica no ar quando se abre a janela?
Era como ele que eu queria ser
Do lado de fora alma e por dentro amor,
que o corpo vai-se, só fica a luz.
Sabes tudo aquilo que não tem preço?
Eram assim os meus dias
Trocavam-se risos ou lágrimas,
toma lá dá cá
e éramos todos ricos.

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